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Valor Econômico – 18/09/2017

Beatriz Luz, fundadora da Exchangr4Change Brasil foi fonte na matéria sobre a importância estratégica da Economia Circular nos dias de hoje.

“… “Novas ferramentas de gestão estão surgindo para o conceito se disseminar nas empresas que apostam na ideia, o que, no aspecto financeiro, também significa driblar riscos da volatilidade dos preços de commodities”, completa Beatriz Luz …”. Leia a matéria na íntegra, abaixo:

VALOR ECONÔMICO

Especial Nova Economia, F02

Estratégia circular é abrangente

 

Sergio Adeodato
Para o Valor, de São Paulo

O avanço da economia circular, que preconiza o crescimento desvinculado da exploração de recursos naturais, com produção de resíduo zero, é um dos caminhos mais eficazes para o controle das mudanças climáticas. Segundo recente estudo da Circle Economy, organização que reúne grandes corporações globais, o modelo tem potencial de proporcionar redução de emissões correspondente a metade do corte adicional de carbono necessário anualmente, até 2030, para cobrir a insuficiência das metas nacionais divulgadas no Acordo de Paris e assim manter a temperatura global no limite seguro.

Em expansão no mundo, o conceito vai além da eficiência dos processos. Prega novos modelos de negócio: formas diferentes de produzir, consumir e se relacionar, em que produtos viram serviços, e consumidores, usuários. “É uma forma de gerir com inteligência recursos que são finitos”, afirma Luisa Santiago, representante da Ellen Macarthur Foundation no Brasil.

 

Estudo da instituição indica que na Europa a transição para a economia circular pode gerar € 1,8 trilhão em oportunidades apenas nos setores de alimentos, construção e mobilidade, triplicando a renda e reduzindo emissões em 42% até 2050. O levantamento contabiliza diminuição de 32% de consumo de matéria-prima, considerando a infraestrutura planejada para esse período.

Diferente da linear, a estratégia circular é mais abrangente: os produtos são feitos para durar, serem reformados, reutilizados ou compartilhados. Desta forma, elimina-se a percepção de resíduo e investe-se em agregar valor usando melhor as coisas. “A lógica não é fazer bem o que já existe, mas mudar o sistema para que resíduos e impactos ambientais sejam eliminados desde o início e não no final do processo”, explica Luisa.

“Novas ferramentas de gestão estão surgindo para o conceito se disseminar nas empresas que apostam na ideia, o que, no aspecto financeiro, também significa driblar riscos da volatilidade de preços de commodities”, completa Beatriz Luz, fundadora da consultoria Exchange 4 Change Brasil. “A economia circular não resolve problema, mas muda o sistema para o evitar.”

“O pensamento circular é importante, mas não deve ser um mantra, porque às vezes é preciso fazer contas para saber se a reciclagem, por exemplo, é a melhor solução ambiental”, ressalva Jorge Soto, diretor de desenvolvimento sustentável da petroquímica Braskem. Na transição para o baixo carbono, defende o executivo, é necessário manter a lógica da ‘desmaterialização’ da economia, mas, enquanto avanços de maior escala não ocorrem nesse sentido, “a saída é investir na eficiência”.

Há barreiras envolvendo inovação, também aplicada ao jeito de fazer negócio. “Será necessário repensar tudo se quisermos neutralizar emissões”, adverte o diretor. Além disso, finaliza Soto, “é urgente conhecer riscos dos impactos climáticos para tomar decisões e se adaptar”.

Para o executivo, a estratégia deve se concentrar também na precificação do carbono como instrumento de estímulo a medidas de mitigação, mas o debate sobre a regulamentação está estacionado no governo federal, diante das prioridades da agenda político-econômica. O mesmo ocorre com o REDD+ (Redução de Emissões do Desmatamento e Degradação Florestal), que segundo analistas representa a maior oportunidade para financiamento dos esforços de redução de emissões empreendidos no Brasil. De acordo com a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, o país poderia captar US$ 30 bilhões apenas com base nas reduções de emissões pelo desmatamento na Amazônia entre 2006 e 2015. No entanto, até agora foram captados menos de US$ 2 bilhões.

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AmChamTv – Entrevista com Beatriz Luz e Rodrigo Bautista

Beatriz Luz e Ligia Camargo, head de sustentabilidade da Danone Brasil, falam da economia circular, na teoria e na prática, respectivamente, elucidando com um case de economia circular da Danone.

Rodrigo Bautista, parceiro inglês da Exchange4Change Brasil, da Forum For The Future, fala sobre a necessidade de um maior engajamento da sociedade civil e das iniciativas públicas e privadas em torno de práticas mais circulares de produção e criação.

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Jornal O Estado de São Paulo – 6 de setembro de 2017.

Economia Circular usa material até esgotá-lo. Sistema prevê aproveitamento máximo de resíduos; reciclagem tem potencial de R$9 bi. – E tem entrevista com Beatriz Luz! Leia a matéria na íntegra aqui.

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Revista Solvi – Edição de julho de 2017

Demos uma entrevista à Revista Solvi sobre os rumos da prática da Economia Circular no Brasil. Como você acha que esse processo está acontecendo? Clique e veja a nossa opinião.

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Site Muda Tudo

Fechando mais uma parceria estratégica para MUDAR o sistema vigente, demos uma entrevista para o site Muda Tudo, explicando a diferença entre economia colaborativa e economia circular. Além disso, enfatizamos que o ser humano é o agente da transformação do sistema para um pensamento mais circular desde a concepção das ideias e do design das coisas.

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Jornal O Globo

Nosso acordo com a Abiplast foi matéria do jornal O Globo deste fim de semana. O compromisso da indústria com a economia circular está ganhando força e comprometimento.
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Site do Museu do Amanhã

Estamos no site do Museu do Amanhã, um dos primeiros lugares que fomos para debater o tema da Economia Circular junto com especialistas holandeses. Foi uma das primeiras ações feitas com o Douwe Jan Joustra durante sua visita para impulsionar a discussão no Brasil. Reunimos a equipe de conteúdo do Museu do Amanhã e Sistema Firjan em um pioneiro debate sobre o tema estimulando a troca de conhecimento Holanda-Brasil e que, agora, está materializada no 1o livro de Economia Circular em português dedicado ao mercado brasileiro. Um grande resultado das nossas ações que, através da troca de conhecimento global, visa impulsionar ações positivas para mudar o Brasil.  E, agora, está num lindo artigo  do Museu do Amanhã.


Programa Incomodados com Ligia Camargo

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Siol

O consumidor não está à procura de mais produtos, mas da experiência.”- Beatriz Luz, fundadora e CEO da Exchange4Change Brasil, para o Siol. Matéria na íntegra, aqui.


Site da Finep

A Finep fez um artigo bem interessante sobre o lançamento do livroEconomia Circular Holanda – Brasil Da teoria à prática, organizado e idealizado pela Exchange4Change Brasil, em março deste ano. Vale a leitura. Para acessar o livro, clique aqui.


Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico da Cidade do Estado do  Rio de Janeiro

O Exchange4Change Brasil participou do Programa da Alerj sobre a economia circular como uma alternativa à crise econômica e ambiental. junto a outros especialistas.

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