Esta é a Escola campeã

Em qualquer competição o jogador mais forte, mais bem preparado e capacitado vence. E se não for possível a vitória, o retorno ao treino é imediato para se capacitar ainda mais para a próxima partida. Não é criticando o oponente que ele vai ganhar, e sim se esforçando e se preparando para a próxima competição.

E devemos pensar assim em tudo na nossa vida, nos capacitando, educando e criando regras para um caminho promissor. Sem críticas e comunicações vazias, sem ação.

Nós trabalhamos para uma mudança de mentalidade e uma economia regenerativa, que continua crescendo e trazendo desenvolvimento em equilíbrio com o meio ambiente, gerando empregos e equidade social.

“Para combater o risco das mudanças climáticas, precisamos ser o mais ambiciosos e inovadores possível. E os primeiros passos são definir o problema e definir o escopo da solução. Esta foi a fala de Alexandria Ocasio-Cortez, a deputada democrata de 29 anos que levou ao Congresso americano o “Green New Deal” (GND), no dia 7 de Fevereiro deste ano.

 

O Acordo de Paris

 

Foi adotado por consenso em Dezembro de 2015, em Paris, um novo acordo global que busca combater os efeitos das mudanças climáticas, bem como reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

O documento, chamado Acordo de Paris, foi ratificado pelas 195 partes da Convenção – Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) – e pela União Europeia, durante a 21ª Conferência das Partes (COP21). Um dos objetivos é manter o aquecimento global “muito abaixo de 2ºC”, buscando ainda “esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5 ° C acima dos níveis pré-industriais”.

O texto final determina, no que diz respeito ao financiamento climático, que os países desenvolvidos deverão investir 100 bilhões de dólares por ano em medidas de combate à mudança do clima e adaptação em países em desenvolvimento.

Fonte: (para ver, passe o mouse ao lado) https://nacoesunidas.org/cop21/ 

 

O posicionamento americano

 

O presidente americano Donald Trump decidiu retirar os EUA do Acordo de Paris em 2017, dizendo que tudo era uma farsa.

As medidas, porém, não são surpresa para ninguém. Desde o início da campanha eleitoral, Trump atacou as regulações ambientais e o acordo internacional do clima. Seu escolhido para chefiar a Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt, iniciou o processo de desmonte das medidas climáticas aprovadas no governo anterior, do ex-presidente Barack Obama.

Mas ainda havia dúvidas se Trump tomaria o caminho longo e complicado de bater de frente contra a comunidade internacional e o multilateralismo. Foi esse o caminho escolhido, amparado por seu mote “America first”. Nesse caso, o que vem primeiro não é o meio ambiente americano, mas possíveis postos de trabalho que a indústria de carvão e petróleo poderia gerar se ela ficar livre de restrições ambientais.

Fonte: (para ver, passe o mouse ao lado)   https://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/blog-do-planeta/noticia/2017/06/trump-sai-do-acordo-de-paris-ruim-para-o-planeta-pior-para-os-eua.html

Prefeitos, governadores e empresas começaram a assinar a declaração do programa “We are Still in”, em Junho de 2017, formando uma rede de apoio ao acordo de Paris.

Liderado pelo Conselho de empresas “The American Sustainable Business Council”, unindo uma série de organizações, que visa estabelecer metas e garantir o aporte financeiro das indústrias, já ganhou o apoio dos republicanos unindo os americanos a uma causa essencial para todos e para o mundo.

Empresas envolvidas: (para ver, passe o mouse ao lado) The American Sustainable Business Council, B Team, Bloomberg Philanthropies, Center for American Progress, Ceres, CDP, Climate Mayors, Climate Nexus, C40, C2ES, Environmental Defense Fund, Environmental Entrepreneurs, Georgetown Climate Center, Health Care Without HarmICLEI, National League of Cities, Rocky Mountain Institute, Second Nature, Sierra Club, Sustainable Museums, The Climate Group, We Mean Business, World Resources Institute (WRI)World Wildlife Fund (WWF).

 

 

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